segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A procura do Seu perfeito.

Eu tento encontrar a melodia, a música, a poesia e as palavras perfeitas,
Desejo que cada ato meu esteja dentro da satisfação,
Que meus erros fossem condenados a prisão perpétua,
E gostaria de me encaixar dentro de todos os padrões do belo externo/interno.

Todos os questionamentos que trago se resumem em querer ser encantadora aos seus olhos, falar exatamente o que você precisa, suprir sua vontade, lhe trazer o bem, a paz e ter você cada vez mais perto, mais e mais perto.

Sinceridade, intensidade e verdade, o sentimento de ser mais eu quando estou com você.
Isso tudo não só me faz bem, faz com que eu queira ser o bem, o seu bem,
Não só amor,
o melhor amor.

Só pra você.

Eu não preciso de muito.
Eu não quero muito.
Eu quero mais: mais paz. Mais saúde. Mais dinheiro. Mais poesia. Mais verdade. Mais harmonia. Mais noites bem dormidas. Mais noites em claro.
Mais eu. Mais você.
Mais sorrisos, beijos e aquela rima grudada na boca.
Eu quero nós. Mais nós. Grudados. Enrolados. Amarrados.
Jogados no tapete da sala.
Nós que não atam nem desatam.
Eu quero pouco e quero mais.
Quero você. Quero eu.
Quero domingos de manhã.
Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro.
Quero seu beijo. Quero seu cheiro.
Quero aquele olhar que não cansa.

Caio Fernando Abreu

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Tudo Sobre Você - Zélia Duncan


Queria descobrir
Em 24hs tudo que você adora
Tudo que te faz sorrir
E num fim de semana
Tudo que você mais ama
E no prazo de um mês
Tudo que você já fez
É tanta coisa que eu não sei
(...)

E até saber de cor
No fim desse semestre
O que mais te apetece
O que te cai melhor
Enfim eu saberia
365 noites bastariam
Pra me explicar por que
Como isso foi acontecer?
(...)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Levando o lixo pra fora

As palavras não saem da boca, mas os pensamentos convulsionam.
Existiram tantos dias que o simples fato de ter ficado em casa me excluiriam de uma série de problemas que agora me deixam com o olhar baixo, fala submissa e desalenta.
Houve uma falta de reflexão antes de muitas atitudes depreciáveis, que no calor momentâneo foram decisivas para que agora me sinta fora de onde deveria estar.
Sei que amanhã já será novo dia e os caminhos estarão lá, mas atalho eu não pego mais e os presentes podres que a vida me mandou eu não quero mais guardar.
Caminhos corretos, resoluções sem erros e companhias agradáveis é o que procuram e comigo não será diferente.
Pouco, medíocre e agressivo, isso eu não aceito mais.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Grata !

Acordei bem cedo, um tanto indisposta por ter pesquisas e leituras pra fazer,
reclamei comigo mesma como costuma acontecer e resolvi olhar um poquinho aqueles sites de relacionamento que todo mundo tem e perde tempo pra olhar, olhei fotos, li depoimentos e me senti muito plena e realizada.
Claro que há muito pra realizar, buscar e vencer!
E lógico que a estrutura mais forte da familia me falta, mas eu tenho grandes e ótimos e bons amigos e uma lágrima não me pode cair senão de alegria por tê-los e ter todo o resto da familia bem ao meu lado como eu sempre gostei que estivesse.
Acordei hoje pensando em reclamar,
refleti e resolvi apenas Agradecer,
por pessoas comigo que querem me ver bem e vencer e isso é o apoio que eu preciso ter e nada mais pode me faltar e a partir de agora me recuso a ficar triste por falta de companhia, afinal minha casa está sempre cheia de pessoas vestidas de amor!


sexta-feira, 5 de novembro de 2010

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Conclusões já antes feitas - mais uma hora perdida na rodoviária

Ela se aproxima de um banco diferente do qual costuma se sentar. Está cansada e sentindo muito calor nessa tarde de Novembro, mas antes fosse só o calor que sentisse... Ela também sentia um incomodo por todos os beijos e memórias dele.
Olha para o relógio:
- Ainda falta uma hora para chegar o ônibus.

Não é difícil chegar a conclusão que ela se permite fazer: ' Tão perto e ao mesmo tempo tão longe.'
Onde ele estará agora?
Talvez também esteja sentado, sentindo calor e pensando nela; não, ela não acha que esteja e não entende porque o destino a fez conhecê-lo, mas voltando a razão talvez ela é que entortará o seu caminho para que cruzasse com o dele.
Ela não sabe,
Não sabe o que pensar,
Nem se o que sente é mesmo tão relevante assim,

Só vê pessoas caminhando de um lado para o outro. Para onde todas elas vão?

Ela vai para casa, pois o ônibus acaba de encostar. Vai olhar pela janela e pensar que o destino poderia colaborar fazendo com que um novo encontro aconteça,
ou talvez não - ela pensa melhor,
Sabe que o caminho dele não deve ser paralelo ao seu.