terça-feira, 17 de agosto de 2010

A Flor do teu ventre

E talvez seja sim um mecanismo de defesa eu não pensar e não me importar,
essa repulsa em lembrar daquele tempo tão ruim, e agora que tento relembrar é como se tivesse sido um sonho ruim que eu apenas vejo uns pedacinhos atrás de uma grande névoa negra.

Mas é claro que te amo,
É claro que sinto cada pouco que eu sei do seu sofrimento,
mas isso não impede de eu te culpar de certas coisas e certas atitudes,
Você me fez crescer, me julgou e me jogou
e sim eu tive que me virar,
E já parou pra pensar quantos baldes eu já chutei nesse pouco tempo?

Chute o seu e de verdade,
seja a mulher que eu queria ser, pra eu ter com quem contar, admirar
Estou cansada de ter coisas ruins acontecendo comigo e você nem saber,
e cansada de saber pelos outros que você é tão menos do que eu,
E novamente meu botão de defesa ativa, e já não me importo mais.

Um comentário:

Julia Mendes disse...

A vida de vez enquando não é como a gente deseja que fosse...
Fico triste por sua tristeza... por saber do que se trata esse texto, e entender a sua dor, por já ter sofrido na pele o que você está sentindo!